Quem sou eu?

Eu sou esse prédio velho ai…

Eu sou a reconstrução do Castelinho…

Eu sou o eleveado fechado para todas as pessoas…

Eu sou a oportunidade de sentar e tomar uma água de coco…

Eu sou tudo isso que pra muita gente não é nada! O que todos vêem de mim em redes sociais e até mesmo pessoalmente também sou eu, mas é algo superficial. Tudo o que eu falei é a minha essência.

Morei nesse prédio dos meus nove aos dezesseis anos, onde tive os melhores momentos da minha vida. O meu ir e vir da escola, as melhores amigas, a perda da virgindade, as tretas com minha mãe, as primeiras descobertas…

Sentada na varanda pensei várias vezes o desperdício que era aquele Castelinho desmoronando e ninguém fazendo nada a respeito. Hoje eu compro roupas do Brechó deles.

Sonhar em ver o Elevado como é hoje… quantas vezes não fiz isso? É muito especial ver essa integração das pessoas com a cidade.

A água de coco? Bom, digamos que R$3,00 fazia muita diferença no orçamento. Não que hoje tenha mudado muita coisa, mas ainda tenho R$2,00 de troco!
Luz e paz sempre!

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Brechó e Martinelli ♡

E tem look do dia hoje?! TEEEEM.. então bora!

Mais uma vez fui relaxar a mente no melhor canto da cidade, bem longe de toda a correria, o Edifício Martinelli. Então vou mostrar mais uma vez que dá sim pra montar todo tipo de look com roupas de bazar.

Pra saber melhor dos horários de funcionamento e visitação do Martinelli você pode dar uma olhadinha nesse post que eu fiz. Lá expliquei tudo direitinho (:

Paz!

Bandeirantes: os assassinos que se tornaram celebridades.

​Não sei se posso levar como coincidência o fato de eu estar editando esse post há uns dias já, e de repente cair nas grandes mídias o caso de ontem. Onde um casal teria “pichado” o Monumento das Bandeiras e a estátua de Borba Gato.

Há um tempo eu já queria falar um pouco sobre esses caras -portugueses, diga-se de passagem- que INVADIRAM o Brasil atrás de ouro e quaisquer outras riquezas que eles conseguissem carregar de volta nos navios. Inclusive vidas indígenas e nossa dignidade.

Levaram nossa dignidade sim!

E em 1954 nós demos de bandeja o pouco que sobrou, construindo o Monumento das Bandeiras em forma de homenagear pessoas que apenas vieram saquear, estuprar e matar. Infelizmente é antiga a nossa cultura de aplaudir os estrangeiros que nos usam!

Tive que mudar um pouco o foco desse post levando em conta a INTERVENÇÃO ARTÍSTICA que aconteceu nessa escultura. E hoje crianças, ao invés de falarmos do dito cujo, vamos falar sobre essas pessoas maravilhosas que merecem nosso total respeito e admiração. Afinal de contas isso chamou a atenção das grandes mídias, da Polícia Civil e até Perícia. E com isso muita gente aprendeu quem eram os Bandeirantes e o porque daquela “agressão” a escultura.

Pensem comigo, o post que eu estava editando aqui iria atingir a quantidade x que lê o Blog. Já a intervenção feita por esse casal teve a atenção suficiente pra muita gente sair dando Google nas palavras “Bandeirantes” e “Borba Gato”. E graças a isso temos menos pessoas inocentes e ingênuas quanto a história do nosso país, que não é só Futebol e Carnaval.

Sua opinião pode se enquadrar no meu modo de pensar ou não, e eu respeito isso. Mas no momento em que o Brasil está passando por golpes políticos dia sim e o outro também, jovens negros e inocentes morrendo por conta da cor da pele ou mulheres sendo agredidas física e mentalmente todo santo dia em casa ou na rua, e ainda sim a tinta jogada em uma escultura de granito significa mais pra você. Sinto dizer, mas nesse momento da vida você está sendo um ser humano de merda!
Temos vestígios da colonização até hoje impregnado na nossa sociedade, e é nossa obrigação mudar isso para as gerações futuras. E o começo de tudo é sabendo quem foram essas pessoas que arrastam nossa cara no chão até hoje quando temos que ver uma avenida ou viaduto carregando esses nomes, estátuas ou monumentos gigantescos como homenagem.

Entendam um coisa básica, se a sua opinião agredi a existência de outra pessoa ou de outra cultura, já não é mais “só uma opinião”.

Vale lembrar que não é a primeira vez que isso acontece. Também em Outubro só que de 2013, durante um movimento e protesto de indígenas, escreveram “Bandeirantes Assassinos” e derramaram tinta vermelha na escultura.

Bom, tá na hora de repensar qual a importância e representatividade dela e de muitas outras na Cidade! E parar de enxergar como celebridade erros grotescos como essa construção, onde você vai lá tirar fotos sem ao menos saber quem foram ou passar vergonha na internet colocando galões de tinta no mesmo grau de importância das vidas que foram perdidas a troco de nada.

Solar da Marquesa de Santos

Aos amantes e enamorados!

O amor está no ar ❤ e não corra para pegar seu inseticida não, viu?! Baixa a bolinha ai, porque todo mundo ama um tequinho.

Eeeeentão, continuando esse tour em homenagem ao mês do AMOR, e de todos os casais, hoje vamos falar da história dessa casa linda demais… o Solar da Marquesa de Santos – que na real, ela não era de Santos -.

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Em 1834 uma das formas de amor mais intensas foi firmada com um presente!
D. Pedro I comprou esse imóvel para uma de suas amadas, Domitília de Castro e Canto Melo. Eles se conheceram em 30 de Agosto de 1822, dias antes da proclamação da Independência do Brasil.
Obviamente Domitília não foi a única amante do Imperador, mas foi a mais importante e a que mais tempo ficou com ele.

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Dimitília tinha 24 anos quando conheceu D. Pedro I, e era separada.
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O Imperador tinha 23, e era casado com Maria Leopoldina

O romance durou até 1829, e durante esse tempo tiveram três filhos. O primeiro nasceu morto, a segunda seria Isabel Maria, e o terceiro morreu ainda bebê. Mas a marquesa permaneceu proprietária da residência até 1867.

(não vou falar muito se não eu acabo saindo do foco, que é a construção. Mas vai ter um post falando sobre esse relacionamento extremamente conturbado).

Esse “jardim” fica no meio da casa ❤ meu coração não guenta arquitetura tão linda.

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Uma das residências mais aristocratas de São Paulo, considerada hoje como o último exemplar de arquitetura residencial urbana do século XVIII.

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Hoje a casa abriga atividades museológicas e a sede do Museu da Cidade de São Paulo.

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Ao lado fica outro museu, a Casa Imagem. Unidas pelo Beco do Pinto, que era a ligação da São Paulo Colonial para a passagem de pessoas e animais, ligando o Largo da Sé à Várzea do Rio Tamanduateí.

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Onde?

Rua. Roberto Simonsen, 136 – Sé

Quanto?

V.I.P meu povo 😄😄😄

Horário de Funcionamento:

Terça a Domingo, das 9h às 17h

Flw! ❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤

Museu Casa das Rosas

Tá chegando o dia dos namorados ❤❤ – não que eu tenha muito o que comemorar porque sou solteira neh, maaaaaas- e nesse clima vim mostrar alguns lugares de #éssipê que foram criados e transformados através do amor 😍 ( to uma fofura só esses dias haha ).
E hoje vim destacar essa casa linda que deixa qualquer pessoa romantiquinha só de cruzar o portão!

A Casa das Rosas…


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Ela foi construída em 1935, pelo arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo. Muito conhecido aqui em São Paulo por várias e várias construções magníficas, e pela Praça Ramos de Azevedo no Centro da cidade que carrega seu nome.
Maaaas voltando a Casa das Rosas… Ramos de Azevedo projetou a residência como um presente de casamento para a sua filha Lucia Lacaze Ramos de Azevedo (Dias de Castro), que viveu lá até a sua morte em 1966 com 85 anos, com o seu marido Ernesto Dias de Castro. Ambos enterrados no Cemitério da Consolação

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Em 1986, a casa foi vendida para abrigar em parte de seu terreno, um edifício de escritórios, projetado pelo arquiteto Júlio Neves, o Condomínio Edifício Parque Cultural Paulista.

Em 1991 foi desapropriada pelo Governo do Estado de São Paulo e então inaugurou o espaço cultural que recebeu o nome de “Casa das Rosas”. E esse nome é bem literal, pois possuía um dos maiores jardins de rosas da cidade. Hoje a Casa abriga o Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura.

E quem viu no Snap viu, quem não viu já add aí pra não perder os buracos lindos que eu me enfio – pego mal isso ai, mas vocês entederam kkk- nessa Cidade maravilhosa! 👻GabrielaDinamar

E tem de um tuuudo lá gente, até livros de poesia de GRAÇA a gente consegue pegar!! Fora todas as exposições, a estrutura da casa, as ações de cinema que acontecem no Jardim… É MUITO AMOR ENVOLVIDO PARA UM CASAL TÃO AMOR QUE VIVEU POR LÁ  ❤

Onde?

Av. Paulista, 37

Horários de visita do Museu:

Terça-feira a sábado, das 10 às 22h; Domingos e Feriados, das 10 às 18h.
(Passível de alteração, de acordo com a programação).

Site do Museu

E ninguém melhor para “vigiar” esse lugar do que outro gênio da arquitetura: Oscar Niemeyer.

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Axé

Edifício Martinelli

Salve paulistada de raiz ou de coração!

Minha mãe entrou de férias do trabalho, e eu aproveitei pra levar ela em alguns lugares bem especiais. E o primeiro escolhido foi o Edifício Martinelli

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SIM, minha mãe parece mais nova que eu (:

Não importa quantas vezes eu for lá, sempre vou me sentir uma formiguinha cada vez que olho pra baixo! Hehe

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Pessoinha do contra, toda vez sai de casa com o cabelo preso e solta depois de caminhar a cidade toda no sol fervente… vai entender! 😐

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E o look que eu escolhi foi bem basicão, até arrisquei usar uma calça num calor de 60° 😧

•Calça: Forever21

• Tênis: Via Mia

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• Acessórios: Forever21

• Batom: Cruella / da Nars

Nada na minha vida teria sentido se não fosse essa moça aí: Francisca Dinamar!

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                 Te amo muito mãe ❤

Flw!

Bairro da Liberdade

Konnichiwa!

Quem aqui nunca foi na Liberdade?
Jura? Sério? Então partiu, que cê não sabe o que está perdendo.
Aaaaaah Gabe, mas eu não gosto de comida japonesa! Não tem problema! Porque você vai aprender a gostar! Hahaha

Essa semana fui levar uma grande amiga – a Thata – para conhecer esse pedaço japonês na terra da garoa! Seria um passeio normal e divertido, se não fosse pelo significado… Essa minha amiga morou por 17 anos no Japão -desde que era criança –, e voltou para o Brasil há uns 10 (se não me engano rs), e ela não conhecia lá ainda.
Então há muito tempo ela não comia e via certas coisas que só a Liberdade proporciona, e eu me senti honrada de ter levado ela pela primeira vez.

E o look escolhido foi colorê hehe 💙💛💚💜

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• Regata: aquela qualquer que você encontra em qualquer lugar hehe

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• Saia: Handbook

• Cinto: C&A

• Bolsa: Minestore
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• Rasteira: Via Mia

E os cantinhos que eu tenho pra indicar pra vocês são:

O Empório Azuki que é com certeza um dos mercados mais completos do Bairro, e deixa qualquer um falido com tanta coisa maravilhosa hehe

Onde fica?
Rua. Galvão Bueno, 16

Quanto?
Quanto cê quiser e puder gastar hehe

Graças a Thata eu conheci o tal Guioza, que é uma espécie de bolinho recheado com carne e repolho. Peeeeeense num negócio bom ❤❤ e pra você descobrir o sabor delícia dele é só ir no Chen’s

Onde fica?
Rua. Dos Estudantes, 57

Quanto?
R$ 8,00 a porção

E tem também o Takoyaki, que é um bolinho recheado com polvo! CACETAAA DE NEGÓCIO BOM!
Aonde a Thata comprou foi em uma tiazinha de uns 140 anos – pelas nossas contas kkk-, que fica na entrada de um mercadinho que eu não vi o nome 😒 maaaaas fica também na Rua. Galvão Bueno, exatamente na frente do Hospital Bandeirantes.

Quanto?
R$ 10,00 a porção

Como chegar lá?
Metrô sem dúvidas, porque já sai na cara do gol!
Linha azul do metrô. Para quem vier de outras linhas, é só fazer baldeação na Sé da linha vermelha.

Então é isso minha gente, vão lá passear, encher a pança, tomar Melona ❤, e principalmente, conhecer e aprender um pouquinho mais sobre essa cultura linda e inteligente que tem agregado muito a nossa cidade há muitos anos.

Obrigada por me proporcionar tamanha felicidade Onishi!

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Bai bai!